pentecostes
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
Família de Deus :10 Maneiras de Ensinar a Criança a Orar “Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo como passar dos anos não se desviará deles.” (Provérbios 22:6 – Bíblia Sagrada NVI
2 – Usar linguagem apropriada e do dia a dia com elas, e ver que as orações sejam breves, simples, sinceras e diretas. Assegure-se de orar a respeito de fatos do dia a dia a fim de que cada criança possa compreender. Por exemplo: toda vez que ouvir as sirenes do carro de bombeiros, pare! Profira uma oração em voz alta. Faça-a com as crianças.
3- Fazer da oração uma prioridade! Defina uma hora e lugar acolhedor e amoroso para ajudar as crianças a aceitarem a Deus. Prepare um lugar aconchegante de oração para ser usado antes do início do programa. Você pode incluir uma Bíblia para crianças, almofadas macias, música suave e relaxante como também livros sobre a oração e apropriados à faixa etária
4- Tornar a oração uma rotina! As crianças apreciam a rotina e assim esta deve ser incorporada sempre que possível. Por exemplo, comece o dia com uma oração cumprimentando a Deus: “Pai celestial, ouça a minha oração. Que eu esteja sob o Seu amor e cuidado. Sê meu guia em tudo o que eu fizer hoje. Abençoe aqueles que me amam e a todas as crianças também”. Se durante a programação as crianças forem comer algo, profira esta linda oração: “Obrigado Senhor Deus por este mundo tão belo. Obrigado pelo alimento”.
5- Praticar a oração de improviso! Quando a criança o procura com uma preocupação ou problema, pare e faça uma oração com ela. Peça a direção de Deus. Por exemplo, você pode dizer: “Querido Deus, por favor, ajuda o José a ser melhor. Ajuda-o a partilhar seus brinquedos especiais com seu amigo João”. Por meio de nosso apoio podemos instilar a idéia de que podemos conversar com Deus, a qualquer ora e de que Ele sempre irá ouvir.
6- Usar orações diferentes! Como adultos usamos orações de agradecimento, de adoração, de petição e de louvor. Agradecemos a Deus pela melhor parte de nosso dia e sempre que algo bom acontece – não importa o quão pequeno – dedicamos um minuto para mostrar gratidão. Devemos ensinar isso às crianças. Muitas vezes agradecemos a Deus por Suas bênçãos; devemos incentivar aqueles que estão aos nossos cuidados a fazerem o mesmo.
7- Incorporar atividades práticas sempre que possível! É boa prática planejar formas de permitir às crianças se movimentarem, ver ou tocarem como parte da lição. Crie uma colagem de “Obrigado, Deus” em sua classe e desenhe ou escreva suas orações. Elas podem também mostrar ou dizer como Deus respondeu a cada um. Para as crianças muito pequenas, alguém pode escrever por elas.
8- A cada momento dirigir a atenção das crianças para a Criação de Deus! Dê apoio ao senso natural de admiração e temor daqueles que estão sob sua responsabilidade. Agradeça a Deus, espontaneamente, ao ver um arco-íris depois de uma tempestade, ou as flores da primavera. Diga: “Vejam o que Deus fez para nós”!
9- Convidar as crianças a orarem por motivos específicos! Troquem idéias com as crianças e falem a respeito de situações e de pessoas por quem orar. Torne suas orações significativas ao orar especificamente por crianças da sala, pelas vítimas de alguma catástrofe local ou em outra região.
10- Celebrar a oração de cada criança! Alimente a auto-estima e elogie a oração proferida pela criança. “Muito bem, você fez uma oração muito bonita!” “Obrigado, (nome da criança). Deus fica feliz quando nos dirigimos a Ele”.!
Fonte: Abraço Amigo
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Uma Mensagem de Esperança para esses tempos Difíceis
Isso O Impactou de Tal Maneira,
Que Para o Resto da Vida Ele Quis Ardentemente Estar Lá
Não Será Só Para Relaxar e Não Fazer Nada
Além de Ter Igreja
Ele Fala de Ter Estado no “Terceiro Céu”
de Nossa Preciosa Netinha, Tiffany
“Vou Preparar-vos Lugar”
Não é o Corpo Que Sairá Dela
Serão à Exata Semelhança de Cristo
Com Uma Admoestação a Todo o Povo de Deus
Céu Não Será, Um Quadro Glorioso Começa a se Formar
Mas o Próprio Paulo Testifica Sobre Isso
O Templo de Deus
O templo que Deus habita não se refere ao prédio onde os cristãos se reúnem, ou seja, a igreja de Deus não se constrói com tijolos, cimento, telhas, mosaicos, vidraças e portas.
De onde surgiu a idéia de que os cristãos são templo, casa, habitação, morada e santuário de Deus? Por que os cristãos são efetivamente templo e morada do Espírito? Por que os cristãos não são nomeados no plural de templo-s, santuário-s, etc.?
A idéia de que os homens haveriam de ser templo de Deus surgiu das promessas anunciada pelos profetas do Antigo Testamento. Deus prometeu por intermédio do Profeta Isaias que haveria de vivificar o espírito dos abatidos, e vivificar o coração dos contritos fazendo neles morada.
O profeta Ezequiel anunciou que Deus poria dentro dos homens o seu Espírito, agraciando-os com um novo espírito e um novo coração ( Ez 36:27 ).
Como Deus haveria de vivificá-los? Fazendo neles morada: "Porque assim diz o Alto e o Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é Santo: Num alto e santo lugar habito; como também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos" ( Is 57:15 ).
Somente quando o Autor da Vida passa a habitar no homem é que se dá a nova vida. Para que possa obter nova vida é imprescindível que Deus faça do homem ‘morada’.
Jesus anunciou aos seus discípulos esta verdade dizendo: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada" ( Jo 14:23 ).
Somente quem crê em Cristo Jesus como diz as escrituras guarda as suas palavras, e o Pai juntamente com o Filho fará nele morada. Então, cumpre-se o predito pelo profeta Isaias: O Alto e o Sublime que habitam a eternidade virão para o homem que crê e farão nele morada.
O objetivo de Deus em vivificá-los, concedendo-lhes um novo coração e um novo espírito é o de serem templo, lugar de habitação do Eterno ( Sl 51:10 ; Ez 36:27 ; Is 57:15 e Jo 14:23 ). O Pai é o Altíssimo, e o Filho é o Servo do Senhor, que ao ser entronizado no trono da sua glória, será mui Sublime, e ambos farão dos que crêem morada ( Is 52:13 ).
Quais as características das pessoas que são chamadas a compor o templo do Senhor? São pobres, abatidos, contritos, sedentos, oprimidos, tristes, etc ( Is 61:1 ; Mt 11:28 ). A mensagem de Cristo sempre foi voltada aos pobres de espírito, aos cansados e oprimidos. Cristo veio em busca das ovelhas perdidas "E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” ( Mt 15:24 ; Ez 34:16 ).
Os cristãos de Corintos pareciam desconhecer o que foi concedido gratuitamente por Deus, pois, além de não suportarem o ensinamento de do apóstolo Paulo (alimento sólido) ( 1Co 2:12 e 1Co 3:2 ), foram questionados: “Não sabeis vós que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” ( 1Co 3:16 ).
É assente entre os cristãos que todos são templo, morada, edifício e lavoura do Espírito de Deus ( 1Co 3:9 ), porém, esquecem que o santuário de Deus é sagrado. Cada cristão é sagrado, santo, morada do Altíssimo porque Deus habita em seu interior.
Ou seja, o templo de Deus é santo, sagrado, pois foi separado para propriedade e habitação inviolável de Deus (‘santo’ e ‘santificação’ são respectivamente ‘hagios’ e ‘hagiazõ’). Deus estabeleceu uma única morada, e todos os cristãos são morada de Deus. É por isso que Jesus disse aos discípulos: "Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim" ( 1Co 11:24 ). O pão que foi repartido entre os discípulos representava o corpo de Cristo, que passaria a ser cada um dos cristãos.
Na santificação não existe um mero aspecto posicional, como alguns apregoam “Este aspecto da santificação é posicional...” Bíblia de Scofield com referências, Rm 1:7 , Pg. 1142.
A santificação não é posicional porque Deus efetivamente habita, ou seja, fez morada no Cristão. Cada cristão é uma ‘pedra viva’, edificados por Deus ‘casa espiritual’ ( 1Pe 2:5 )! Diferente do Antigo Testamento em que os homens construíram um templo de pedra e madeira, no Novo Testamento Deus edificou uma casa santa para sua habitação em Espírito ( Ef 2:22 ).
Ora, como é possível Deus habitar em algo ‘posicionalmente’ santo? Como é possível Deus edificar uma casa que não é efetivamente santa? Se Deus habita o crente, como é possível haver uma santificação posicional? Se o corpo de Cristo é repartido pelos cristãos, como é possível não serem santos?
Lembrando que, a idéia de santificação, que hoje muitos adotaram, foi construída ao longo dos séculos, como foi exposto pelo Dr. Bancroft: “A raiz da qual se originam esta e outras palavras correlatas, é o vocábulo grego ‘hágios’. O pensamento mais próximo da santidade de que era capaz o grego secular era ‘o sublime, o consagrado, o venerável’. O elemento moral está totalmente ausente. Ao ser adotada esta palavra nas Escrituras, entretanto, foi necessário proporcionar-lhe novo sentido. Empregando a palavra ‘santo’ em seu sentido mais elevado, quando aplicada a Deus, os melhores lexicógrafos definem-na como ‘aquilo que merece e exige reverência moral e religiosa’” Teologia Elementar, Bancroft, Emery H., pág. 260.
Não é o serviço do Cristão que o torna separado (santo), antes o que torna o homem santo é o fato de o Pai e o Filho vir e fazer nele morada, o que ocorre no momento em que ele crê na mensagem do evangelho. O que faz saltar uma fonte de água que jorra para a vida eterna é o fato de o homem beber da água ministrada por Cristo, e não o serviço que o homem prestará.
O crente é casa espiritual, pois como ‘pedras vivas’ foram edificados pelo Senhor como casa espiritual ( 1Pe 2:5 ; Hb 3:6 ). O cristão é templo e santuário de Deus, pois quem edificou a sua própria casa é o Senhor ( Hb 3:4 ), e não o serviço e a voluntariedade do homem ( 1Pe 1:2 ).
Quem serve no templo do Senhor?
O serviço no templo do Senhor ficou a cargo da geração eleita, ou seja, da geração que descende do último Adão, que é Cristo. A geração de Adão, por mais que construíssem templos, não podiam servir no templo. Porém, a nova geração de homens, criados segundo a palavra de Deus constituem uma linhagem de sacerdócio real, segundo a ordem de Melquisedeque ( 1Pe 2:9 ; Hb 7:11 ).
É com ousadia que os cristãos entram no santo dos santos para oferecer sacrifícios de louvor ( Hb 13:15 ), pois os seus próprios corpos constituem-se de ‘per si’ sacrifício vivo ( Rm 12:1 ). Ora, como os cristãos são filhos por adoção para louvor e glória da sua graça, os seus ‘corpos’ constituem em ‘sacrifícios de louvor’ a Deus ( Ef 1:5 e 6; Ef 1:11 e 12).
Assim como o sacrifício de Cristo foi submeter o seu corpo à vontade de Deus ( Hb 10:5 -10), o cristão deve apresentar o seu corpo como instrumento de justiça, seguindo a Cristo, que é: a justiça, a fé, o amor, a santificação, a paz, etc. ( 2Tm 2:22 ).
Onde estiver o cristão é templo e morada do Espírito. O cristão onde for oferece sacrifício vivo. Em todos os lugares e em qualquer tempo o cristão adora a Deus em espírito e em verdade, pois todos os elementos essenciais ao culto estão presentes nele.
O culto e adoração não cessam no cristão, pois é templo, santuário de Deus. É sacerdote e sacrifício. O louvor é perene, pois Deus criou o novo homem para louvor e glória de sua graça. O Cristão jamais se ausenta da presença de Deus, pois assim como o Pai e o Filho são um, todos que crêem são um, pois da sua glória os cristãos receberam ( Jo 17:21 -23)
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Lewi Pethrus
Extraído do Blog "Dicionário do Movimento Pentecostal
Lewi Pethrus pastoreou a igreja de 1911 até sua jubilação em 1958Em 1916, Pethrus deu início a um dos mais arrojados trabalhos missionários do mundo pentecostal, com o envio do primeiro casal de missionários para o Brasil, Samuel e Lina Nyström, e a fundação da Svenska Fria Missionen (Missão Sueca Livre).
Como pastor, Pethrus fez com que sua membresia na Suécia se tornasse a maior do mundo pentecostal (até cerca de 1975), e levou o seu Movimento Pentecostal a se tornar a maior igreja livre na Suécia, principalmente por sua capacidade de fazer a igreja relacionar-se em todos os aspectos de sua vida. Sua visão holística da vida cristã e a moderação, dignidade e realismo de suas perspectivas de desenvolvimento espiritual deram-lhe a atenção para ser ouvido por toda a Europa, América do Norte e Terceiro Mundo. Ele mostrou ao mundo pentecostal que o movimento não deveria ficar alienado da cultura nacional da qual ele faz parte. Ele foi considerado um pregador, erudito e portador de alto grau de espiritualidade, afirmando sempre suas origens pentecostais, interessando-se de modo invulgar pela expansão do evangelho. Pethrus foi também um autor prolífero, além de compositor de hinos.
Permaneceu como pastor da Igreja Filadélfia de Estocolmo até sua jubilação, em 1958, e atuou como líder do movimento pentecostal sueco até sua morte em 1974. Numa pesquisa para saber quais foram as 100 pessoas mais influentes no século 20 na Suécia, Pethrus ficou em 5º lugar.

Grande templo da Igreja Filadélfia de Estocolmo, inaugurado em 1930
Numa das salas do castelo anexo à Igreja Filadélfia ainda funcionam os serviços de missões. Seus secretários de missões de maior destaque foram A. P. Franklin (visitou o Brasil em 1926), Paul Ongman e Samuel Nyström. Contando o período de 1910 a 1976, somavam-se, incluindo as esposas, 64 missionários da Missão Sueca Livre que trabalharam no Brasil, a maioria deles sustentados pela Igreja Filadélfia. Atualmente o secretário de missões é o pastor Gunnar Swahn, ex-missionário em Papua Nova Guiné, e a igreja mantêm 20 missionários engajados em 35 projetos. Consta ainda como seu missionário no Brasil, João Lundgren, pastor-presidente da Assembléia de Deus de Caxias do Sul (RS). Por intermédio de Gunnar Swahn, pude conhecer os arquivos onde está guardada toda a documentação de cada missionário que atuou no Brasil.
Entre 1910 a 1950, Filadélfia mantinha 47 locais de Escola Dominical onde também funcionava uma congregação. Eram dirigidos por presbíteros ou diáconos. A Escola Dominical, das 09h30min às 10h30min, era só para crianças. Às 11h00min havia culto para todos os adultos. Havia ceia nas congregações e, uma vez por mês, todas as congregações ceiavam na sede.
O culto principal da Igreja Filadélfia é realizado aos domingos, às 11h00min horas da manhã. À noite apenas ocorre reunião de oração.
Culto dominical em 2008 na Igreja Filadélfia. Na primeira fila, os pastores Gunnar Swahn (secretário de missões) e Niklas Piensoho (pastor-presidente)
Na Grande Estocolmo, além do templo central, há igrejas filiadas: duas igrejas na zona sudeste, três igrejas na zona oeste, seis igrejas na zona sul e duas igrejas na zona norte.
Além de o culto dominical ser traduzido para pessoas de fala inglesa e espanhola, durante a semana são realizados cultos específicos para várias nacionalidades, entre elas, portugueses, espanhóis, filandeses, estonianos e iranianos. A igreja também mantém 20 células com cultos semanais nos lares.
De 29 membros, em 1911, Filadélfia chegou a mais de 6 mil membros, em 1958. Atualmente consta em seu rol o registro de 6.000 membros.
Lewi Pethrus (à direita) com seus sucessores Willis Säwe (à esquerda), de 1958 a 1973, e Karl-Erik Heinerborg (centro), de 1973 a 1986
Desde que se tornou pentecostal, a Igreja Filadélfia teve seis pastores-presidentes: Lewi Pethrus (1911-1958), veio ao Brasil três vezes; Willis Säwe (1958-1973), veio uma vez ao Brasil; Karl-Erik Heinerborg (1973-1986), veio uma vez ao Brasil; Owe Lindeskär (1986-1997), veio duas vezes no Brasil; Sten-Gunnar Hedin (1997-2006); e Niklas Piensoho (a partir de 2006), anteriormente pastor da Fiskebäcks Missionskyrka, uma denominação não integrante do movimento pentecostal sueco.
Owe Lindeskär, foi o quarto pastor da igreja, de 1986 a 1997
Sten-Gunnar Hedin, quinto pastor da igreja, de 1997 a 2006. Considerado um dos principais líderes do atual movimento pentecostal sueco
No início deste ano foi anunciada uma grande reforma no templo-sede da Filadélfia com a conclusão marcada para 2015, apesar de a igreja ter sido atingida financeiramente por causa da crise econômica mundial do ano passado, tendo que demitir funcionários.
Niklas Piensoho, atual pastor da Igreja Filadélfia, e eu, entregando para ele um exemplar do Dicionário do Movimento Pentecostal
Verbetes do Dicionário do Movimento Pentecostal relacionados com esta reportagem:
Pentecostalismo na Suécia, páginas 573 a 582.
Pethrus, Petrus Lewi, páginas 655 a 657.A Reforma Protestante
O texto de Romanos 1:17foi fundamental para que surgisse a Reforma Protestante no Século XVI.
Quando Martinho Lutero leu essa passagem das Escrituras foi convencido de que a nossa justificação não se dá através das boas obras, mas através da fé. A Reforma Protestante foi um termo pejorativo empregado pelos católicos romanos à aqueles que protestaram contra o sistema religioso da época, mas esse termo foi assimilado e usado a partir do século XVI até nossos dias para designaros grandes fatos vividos pelos que desejavam e desejam pautar sua vida religiosa segundo a Bíblia.
Que foi a Reforma Protestante?
Dependendo do ponto de vista, poderíamos ter vários conceitos. No entanto, consideramos a Reforma como um movimento de retorno aos padrões bíblicos do Novo Testamento. Isso expressa a realidade da "Reforma Protestante", pois tudo que se fez tinha a finalidade de levar as pessoas a se aproximarem de Deus através de um relacionamento profundo com Ele.
Por que aconteceu a Reforma Protestante?
Alguns fatores contribuíram para que acontecesse a Reforma. Entre eles podemos destacar os seguintes:
a) As mudanças geográficas. O século XVI foi a era das grandes navegações realizadas pelas superpotências Portugal e Espanha e, consequentemente, das grandes descobertas. Com isso o mundo não se limitava mais à Europa, mas o novo mundo trouxe novos horizontes de conquista e expansão.
b) Mudanças políticas. Surgem as nações-estados. A Europa começa a se fragmentar em países independentes politicamente uns dos outros. Surgem países como a Inglaterra, França, Espanha, Portugal, etc. Com isso é natural o desejo de cada governante de sentir-se livre de um poder central e dominador que era o papado.
c) Mudanças intelectuais. Há grandes transformações intelectuais com o surgimento dos humanistas cristãos, os quais tiveram um interesse profundo pelo estudo das Escrituras Sagradas e das línguas originais e começaram a fazer uma comparação entre o Novo Testamento e o que a Igreja Católica Romana estava vivendo. Entre esses humanistas podemos destacar Desidério Erasmo ou Erasmo de Rotherdan que influenciou os reformadores com o seu Novo Testamento Grego.
d) Mudanças religiosas. O autoritarismo da Igreja católica romana era insustentável. O catolicismo não satisfazia os anseios espirituais do povo que buscava uma religião satisfatória e prática, que respondesse às suas indagações e expectativas.
Onde aconteceu a Reforma Protestante?
A Reforma aconteceu na Alemanha, mas logo, se espalhou para outros países como Inglaterra, Suíça, França, Escócia, etc. Em cada país podemos destacar um líder que levou avante este movimento.
Quando ocorreu a Reforma?
A partir do final do Século XII, começam a surgir alguns movimentos na Europa que pediam mudanças dentro da Igreja Católica Romana. Entre eles podemos destacar dois grupos:
Os valdenses com Pedro Valdo na Itália.
Os cataritas na França.
Também surgiram alguns homens que podemos considerá-los pré-reformadores como:
John Wycliff na Inglaterra, no século XIV, 1384
John Huss na Boêmia, no começo do século XV, 1415
Jerônimo Savanarola na Itália, no final do século XV, 1498
A Reforma Protestante, no entanto, só aconteceu no Século XVI na Alemanha, quando o frade agostiniano Martinho Lutero afixou as 95 teses nas portas da igreja do castelo de Wittenberg.
Era o dia 31 de outubro de 1517, véspera do dia de "todos os santos", quando milhares de peregrinos afluíam para Wittenberg para a comemoração do feriado do "dia todos os santos e finados", 01 e 02 de novembro.
Era costume pregar nos lugares públicos os avisos e comunicados. Lutero aproveitou a oportunidade e, através de suas teses, combatia as indulgências que eram vendidas por João Tetzel com a falsa promessa de muitos benefícios. Ele dizia que, se alguém comprasse uma indulgência para um parente falecido, "no momento em que a moeda tocasse no fundo do cofre a alma saltava do inferno e ia direto para o céu".
Quais foram os principais reformadores?
Na Alemanha, Martinho Lutero (1483/1546)
Na Suíça, Huldreich Zwínglio (1484/1531) e João Calvino (1509/1564)
Quais foram as principais obras de Lutero?
Lutero expressa suas ideias através de três obras. São elas:
a) A Liberdade Cristã. Nesse livro, pregou que somos livres em Cristo. Negou nessa obra que somente o papa pudesse interpretar as Escrituras, mas que podiam ser lidas e interpretada por qualquer crente sincero.
b) Apelo à Nobreza. Aqui Lutero faz um apelo para o povo se unir contra a Igreja Católica Romana.
c) Cativeiro Babilônico da Igreja. Afirmava que a Igreja estava vivendo num cativeiro, assim como o povo de Israel esteve na Babilônia escravizado.
Quais eram as principais doutrinas defendidas por Lutero?
a) Justificação pela fé. Baseado nos ensinos de Paulo, ele ensinava que o homem não é justificado pelas suas obras, mas pela fé em Jesus Cristo.
b) A infalibilidade da Bíblia. Ele considerava a Bíblia infalível e acima de toda e qualquer tradição religiosa. Enquanto a Igreja Católica Romana defendia a ideia de que o papa era infalível e a Bíblia era sujeita à sua interpretação, Lutero afirmava que A Bíblia estava acima do papa, pois ela é a Palavra de Deus inspirada pelo Espírito Santo.
c) Sacerdócio de todos os crentes. Lutero negava o conceito que afirmava ter o papa poderes sobrenaturais como intermediário entre o povo e Deus. Ele defendia a ideia de que todo crente é um sacerdote e tem livre acesso à presença de Deus. Não precisamos de um intermediário, o único intermediário entre o homem e Deus é o Senhor Jesus Cristo.
Quais eram os princípios fundamentais da Reforma?
a) Supremacia das Escrituras sobre a tradição.
b) A supremacia da fé sobre as obras.
c) A supremacia do povo sobre o sacerdócio exclusivo.
Lutero foi vitorioso?
Sim. Apesar das tentativas para condenarem Lutero, o papa e o Imperador Carlos V não conseguiram. Quando foi convocado a comparecer ao concílio diante do imperador, ele expressou-se destemidamente da seguinte forma: "É impossível retratar-me, a não ser que me provem que estou laborando em erro, pelo testemunho das Escrituras ou por uma razão evidente. Não posso confiar nas decisões de concílios e de Papas, pois é evidente que eles não somente têm errado, mas se têm contraditado uns aos outros. Minha consciência está alicerçada na Palavra de Deus. Assim Deus me ajude. Amém".
Uma das expressões mais profundas do sentimento de Lutero está no hino Castelo Forte que diz:
"Que a Palavra ficará, sabemos com certeza, e nada nos assustará, com Cristo por defesa; se temos de perder os filhos bens, mulher, embora a vida vá, por nós Jesus está, e dar-nos-á seu Reino".
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2:1 E, CUMPRINDO-SE o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar;2:2 E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.2:3 E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.2:4 E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
Actos 2:1-4
Os apóstolos e as pessoas estavam reunidas como tinham por hábito fazê-lo (nas reuniões de oração, na escolha de Matias), havia persistência, perseverança na espera do cumprimento da promessa, no seguimento daquilo que Jesus havia dito. E finalmente chegou o dia, todos reunidos ali a orar, quando subitamente ouvem um grande som, como um grande vento forte, e toda a casa ficou cheia, e da mesma maneira que a casa fica cheia assim as pessoas são cheias com o Espírito e começam a falar outras línguas. Aqui é cumprida a promessa feita por Jesus, que havia pedido aos apóstolos que ficassem em Jerusalém à espera de serem revestidos de poder, com o propósito de levarem a salvação até aos confins da Terra. Assim fizeram, reuniram-se várias vezes com outras pessoas até que o dia chegou e o sobrenatural aconteceu.
O Espírito Santo não desceu logo no primeiro dia que eles se reuniram, não sabemos exactamente quanto tempo depois. Eu só sei que se estivesse lá na primeira vez teria ficado logo frustrado por não ter acontecido nada, pois gosto de ver logo as coisas a acontecer, mas Deus não trabalha assim, Ele tem um tempo para cada coisinha que acontece na nossa vida e eu já fui aprendendo isso. Aprendi que não posso fazer um deus segundo a minha imaginação em que as coisas têm de acontecer assim e em determinada altura. O que é pedido é que busquemos e que ao mesmo tempo desfrutemos do estar em Sua presença, não na ânsia de ver as coisas acontecer, mas na ânsia de simplesmente estar e adorar. E aí sim as coisas acontecerão, quando menos esperarmos, quanto mais perto do coração de Deus estivermos, quanto mais derramados e humilhados, prostrados diante do Seu trono. Deus quer o busquemos por amor e não por interesse. - Quem se sentiria feliz se o seu namorado estivesse mais interessado naquilo que fazemos do que aquilo que somos??
No entanto não esqueçamos que Deus nos quer encher, que existe sempre mais para ser derramado em nós, que o que aconteceu naquele momento em Actos está acessível aos nossos dias, que o mesmo vento impetuoso se manifesta da mesma maneira, que existe o mesmo dom de línguas. Devemos buscar, desejar ser cheios, pedir a Deus que derrame o Seu Espírito sobre as nossas vidas, que nos encha.
Nesse tempo de busca e espera adoremos o Senhor e descansemos na Sua soberana sabedoria, Ele sabe o melhor momento para as coisas acontecerem, Ele prepara-nos, Ele está a investir em nós trabalhando-nos, moldando-nos, mostrando o Seu amor.
Adora-O, humilha-te, arrepende-te, prostra-te, louva-O, regozija, desfruta da Sua Pessoa, saboreia, delicia-te!
Sê bem-vindo Espírito Santo!


